Hábitos de fim-de-semana...
De há uns tempos para cá adoptei uma rotina de outras gerações para Sábado de manhã: a ida à praça!
Sendo eu bicaense, tenho a sorte de viver a paredes meias com um dos meus mercados favoritos, o Mercado da Ribeira.
De há uns tempos para cá adoptei uma rotina de outras gerações para Sábado de manhã: a ida à praça!
Sendo eu bicaense, tenho a sorte de viver a paredes meias com um dos meus mercados favoritos, o Mercado da Ribeira.
Para viajar de corpo e alma
A primeira vez que li sobre esta livraria achei a ideia deliciosa: uma livraria dedicada a viagens. Fui uma vez, voltei uma segunda, uma terceira, e agora simplesmente já faz parte das minhas viagens. Posso mesmo dizer que as minhas viagens começam aqui. Sejam bem-vindos!
Adoro a Feira do Livro de Lisboa! A ideia de escolherem um belo parque de Lisboa e encherem-no de livros, é espantosa! Todos os anos visito vezes sem conta a feira, para passear, para folhear, ler e conhecer novos livros, novos autores, suspirar ao ver a cidade ao fundo do extenso manto verde. Adoro perder-me neste parque de livros! Adoro ver o parque cheio de vida até altas horas da noite, até há hora H.
Ontem foi o dia da minha primeira tão ansiada visita.
Voltou finalmente a Primavera como a desejamos, com ares de Verão. A cidade enche-se de luz boa, resplandece no seu melhor. As gentes voltam-se para as esplanadas, para as águas da cidade, o rio, as praias.
Celebrei a chegada dos raios de sol em comunhão com o Tejo...
No último fim-de-semana de cada mês, juntam-se tesouros vintage, tesouros modernos e diferentes, uma variedade de projectos individuais de artistas nacionais ao som de muita música. Tudo isto num espaço cheio de carisma sob uma atmosfera puramente alternativa. Bem-vindos à Feira das Almas!
Um Chiado cada vez mais guloso...
O Chiado está mais guloso a cada dia que passa. Já aqui vos tinha falado do recém-chegado bolo de chocolate da Landeau, um dos mais deliciosos bolos de chocolate que já comi. Ainda não falei, mas hei-de fazê-lo a seu tempo, dos croissants de chocolate do Café Benard, um autêntico marco de outros tempos, tradicional e ao que consta com uma secreta receita para os seus croissants. E agora a rua da Misericórdia presenteia-nos com duas excelentes chocolatarias. A minha amada Arcádia, do meu Norte, dos chocolates negros fortes com pedaços de amêndoa, cada trinca é uma conquista – também virá para o blog certamente. E a Equador, que perfuma a rua hipnotizando quem passa.
Hoje falo-vos da Chocolataria Equador.
Não há crise como a falta de sol. O cinzento entranha-se na alma e torna o espírito sombrio, rabugento, triste... Ao fim de mais de um mês de consecutiva chuva, eis que se apresenta, radiante, radioso em esplendor, o Sol! As ruas, os cafés e as esplanadas enchem-se de latinos de alma renovada.
Foi assim o fim-de-semana, fiquei radiante ao abrir as pesadas portadas e ser inundada de luz. Agarrei no moço, na máquina e fiz-me à rua! O destino foi o Orpheu Caffé para um merecido brunch na esplanada.
O tempo corre, corre sem parar...parece que empurra, acelera-nos o passo até quase sufocar... Hoje tirei as pilhas ao relógio, pisquei o olho às nuvens cinzentas, agarrei na máquina e saí de casa – quando ela se preparava para me receber,... e sem guarda-chuva!
Percorri as ruas do Bairro Alto, e refugiei-me num sítio que por mim já chamava há muito tempo: a Cultura do Chá.
O Buda à janela iluminado anuncia a entrada. Abrimos uma porta e outra para iniciarmos a nossa viagem espiritual. Ficamos rodeados de cores exuberantes, vermelhos, amarelos e laranjas intensos com remates de dourado aqui e ali, a atmosfera é quente e serena, os sons de fundo vêm de longe... Deixamo-nos guiar pelo cheiro a incenso....
Chegámos a um oriente indefinido com influências tibetanas e não só...
Fomos todos jantar: la nonna, la mamma, il papa,.. tutta la famiglia! Uma mesa cheia como se quer. Mesmo sendo muitos, não conseguimos arranjar reserva, pois a política da casa é "pássaro madrugador apanha a minhoca".
Como já havia dito, tenho dois sítios predilectos para comer pizza em Lisboa: um conceito moderno e um conceito tradicional. Este é o tradicional.