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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Jardim do Museu Nacional de Arte Antiga

Não são flores senhores, é arte...
Em plena Rua das Janelas Verdes está o imponente Museu Nacional de Arte Antiga, tendo na sua entrada principal um jardim com uma maravilhosa vista sobre o rio. Mas não é desse jardim que vos quero falar, o tesouro escondido é o jardim da cafetaria do museu...

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Atira-te ao Rio!

 

Voltou finalmente a Primavera como a desejamos, com ares de Verão. A cidade enche-se de luz boa, resplandece no seu melhor. As gentes voltam-se para as esplanadas, para as águas da cidade, o rio, as praias.

Celebrei a chegada dos raios de sol em comunhão com o Tejo...

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Os Tibetanos

São as rosas meus senhores, são as rosas...

 

O Buda à janela iluminado anuncia a entrada. Abrimos uma porta e outra para iniciarmos a nossa viagem espiritual. Ficamos rodeados de cores exuberantes, vermelhos, amarelos e laranjas intensos com remates de dourado aqui e ali, a atmosfera é quente e serena, os sons de fundo vêm de longe... Deixamo-nos guiar pelo cheiro a incenso....

Chegámos a um oriente indefinido com influências tibetanas e não só...

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Casanova

Um jantar à italiana!

 

Fomos todos jantar: la nonna, la mamma, il papa,.. tutta la famiglia! Uma mesa cheia como se quer. Mesmo sendo muitos, não conseguimos arranjar reserva, pois a política da casa é "pássaro madrugador apanha a minhoca".

Como já havia dito, tenho dois sítios predilectos para comer pizza em Lisboa: um conceito moderno e um conceito tradicional. Este é o tradicional.

 

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

La Crêperie da Ribeira

Para um início de dia perfeito...

França chega em mais uma das suas formas a Lisboa...já aqui havia falado do tão caseiro Le Petit Bistro e das maravilhosas baguetes da Eric Kayser, e agora chegam os crepes nas suas mais variadas formas para comer a qualquer hora do dia!

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

noobai café

E os melhores banhos de sol da cidade.

Bem no canto do miradouro em que o Adamastor luta eternamente as águas que dão à costa, esconde-se uma maravilhosa esplanada. Uma das minhas favoritas, seja pela vista ímpar sobre o Tejo, ponte da Liberdade e Cristo príncipe, seja pela exposição solar, uma das poucas esplanadas que em pleno Inverno, no pico do sol, é possível estar em t-shirt a banhar-se em luz e calor.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Le Petit Bistro

Ou chez Pascal!

Tal como o nome indica é um pequeno restaurante francês. Um peculiar restaurante francês de ambiente caseiro e acolhedor, ambiente que faz lembrar uma sala de estar de um amigo. E como qualquer em qualquer casa, aqui também se conhecem os vizinhos e as histórias de bairro.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Osteria - Cucina di Amici

Uma tasquinha italiana nas ruas estreitas de Lisboa...

Quando ouvi falar de uma tasquinha italiana em Lisboa que serve comida típica italiana que não as conhecidas pastas e pizzas, veio-me logo à ideia a minha visita à Trattoria Mario em Florença. Uma pequena tasca de menus escritos à mão em italiano, onde a regra dita que não se servem bifes bem passados nem ketchup. Como adorei esta experiência! Um atendimento simpático e familiar, o convívio com os outros casais de italianos com quem partilhámos a mesa ( dois tunos de casais que partilharam connosco a pequena mesa que noutro qualquer restaurante serviria apenas para uma cabeça de casal), e finalmente a excepção que a senhora da casa nos fez ao servir duas meias doses para resolver a nossa indecisão quanto ao que provar. A comida de la mamma, melhor não poderia ser.
Depois desta experiência a expectativa era muita.
Encontrei uma pequena casa também familiar e simpática. As paredes pintadas de verde azeitona cobertas de posters e fotografias vintage remetendo para Itália, as mesas da avó e as cadeiras desaparceiradas típicas destes novos espaços que resultam em ambientes caseiros e descontraídos. Os pratos de esmalte cuidadosamente desencontrados. O ambiente é preenchido pelo som do convívio vivaço e alegre, lembrando a sua prima portuguesa: a Taberna Ideal.
Apesar do espaço ser pequeno, estejam descansados que não há o risco de terem de partilhar uma mesa de dois por quatro.
Somos recebidos com sangria de frutos vermelhos e focaccia (oferta da casa), e assim depois de um brinde de boas-vindas e de ouvirmos as regras da casa que nos incitam à partilha dos pratos – desculpa perfeita para regar a refeição de muita conversa; podemos mergulhar no menu. Temos as entradas, os fritos, os cozinhados na frigideira e os cozinhados na panela. Resolvemos experimentar um de cada, até porque sendo dois, fomos aconselhados a pedir 3 pratos – a porção chave é o prato e meio por pessoa.
Assim começámos por um frango de escabeche de tempero cítrico fora do comum, delicioso e surpreendente, foi servido frito e acompanhado de salada acompanhado de sala da verdes. Com o franguinho veio também a nossa sangria de vinho branco e laranja. O próximo prato a chegar foram as almôndegas de beringela, que de almôndegas tinham pouco para o Zé tuga, lembrando mais uns belissímos croquetes. Chegaram à mesa ainda quentes acompanhados de focaccia com tomate picado e salada de verdes. Esladiços por fora, cremosos por dentro, combinação de sabores intensa e divinal, ficou por adivinhar os ingredientes secretos que os compunham, beringela e parmesão certamente. Finalizámos com uma lasagna de pão, tomate e courgete, cobertíssimamde parmesão...já imaginaram uma lasagna crocante?
Ficaram por provar as sobremesas que ficarão para uma próxima visita. Da carta constavam o bolo de chocolate, a tarte de mascaropone e a tarte de pêra, devo confessar que custou deixar passar a tarte de pêra. Mas o Nespresso deu o miminho final.
Adoro a sensação de encontrar sítios assim, que me convencem à primeira garfada! Sítios de uma cozinha excelente e surpreendente, descontraídos e acolhedores pelo ambiente e pela simpatia de quem atende, e o melhor dos dois mundos, com preços que nos permitem voltar sempre que o desejo aperta.
Voltarei em breve, pois não foi desta que conheci a anfitriã Chiara.

Ideal para: jantar, petiscar
Com: quem quiser
Comes & bebes: petiscos italianos (não há massas nem pizzas)
Mood: convívio, partilhar
Coordenadas: Santos / Madragoa
Budget: 15€ por pessoa

Osteria - Cucina di Amici
Rua das Madres, nº 52-54
1200 Lisboa
213960584
www.osteria.pt

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Fábulas

Chegou oficialmente o Outono, as primeiras nuvens a dar uma luminosidade difusa à cidade, a brisa que nos faz procurar o conforto de um aconchego, e as primeiras gotas que caem vagarosamente com a calma de quem anuncia a sua chegada... Chegou o Outono!
Nada melhor que uma meia de leite quentinha num sítio acolhedor a ver o frio da janela. O Fábulas. Em pleno Chiado, num antigo rés-do-chão de arcadas de pedra com janelões de vidro rasgando as grossas paredes do chão ao tecto, encontra-se um dos meus cafés preferidos de Inverno.
Percorro o labirinto de salas, passo por cantos e recantos de mesas e mesinhas, cadeiras e poltronas, paredes preenchidas por livros, espelhos e quadros, um ambiente confortável que nos convida a ficar como se de salas de estar se tratassem. Escolho a sala de trás, sala sem balcões e sem a azáfama do vaivém da cozinha, simplesmente preenchida mesas de costura, algumas ainda com as respectivas máquinas, espelhos e estantes de livros como não poderiam faltar, com janelas grandes que a enchem com a luz branca de Inverno conferindo uma atmosfera de conto encantadop. Partilho a mesa com a máquina de costura sua dona, recosto-me na cadeira e peço uma bebida para aconchegar a alma, absorvo em mim o conforto deste espaço.
Seria limitativo resumir o Fábulas a um café de Inverno, pois além das diversas confortáveis salas, há também um pátio de mesas de madeira, sombras brancas e heras que as trepam, óptimo para os dias e noites de Verão. Aqui também se podem fazer refeições leves, rendi-me às quiches e sandes. Numa das minhas visitas optei por uma sandes Popey de queijo brie, espinafres e nozes, ligeiramente tostada acompanhada de algumas batatas fritas e uma mini fresquinha! Divinal!
A não esquecer também a vertente matinal em forma de pequeno-almoço ou brunch, onde os jornais pendurados num antigo escadote se encontram ao dispôr dos visitantes – e como eu gosto de ler durante o pequeno-almoço de fim-de-semana!

Ideal para: lanche, almoço, jantar
Com: só ou com a malta
Comes & bebes: cafetaria e refeições leves
Mood: aconchego de outono, tertúlia, leitura, cosyness
Coordenadas: Chiado
Budget: 5,30€ sandes+mini

Fábulas
Calçada Nova de São Francisco 14 - Lisboa
216018472
http://www.fabulas.pt
Facebook

horário: Segunda a Quinta das 11h às 0h / Sexta e Sábado das 11h à 1h

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

O Príncipe do Calhariz

O Rei do convívio e dos grelhados!

É Sexta-Feira. O dia mais feliz da semana, dia de descontração, de amigos, de festa...Para mim não há melhor forma de começar o fim-de-semana do que um bom jantar de amigos! Na passada Sexta-feira começámos por ser 5, depois 10 e finalmente 15. Deparei-me com a grande dificuldade que muitas vezes é o encontrar um restaurante no centro, que tenha lugar para tanta gente (à última da hora), que tenha boa comida, que sirva todas as carteiras e ainda onde possamos estar à vontade a discutir fervorosamente a resolução do Mundo, sem a censura de olhares reprovadores...
A solução é o Príncipe do Calhariz! Estrategicamente localizado entre o miradouro do Adamastor – perfeito para a ansiada cervejinha ao final da tarde enquanto vemos o sol mergulhar no rio, e o bairro alto – para as aventuras que a noite nos há-de reservar.
À Sexta não há reservas, aqui a prioridade é dada à ordem de chegada – como todos os restaurantes que têm constante fila de espera deveriam fazer. Chegámos já passava das oito, e tivemos de esperar. Enquanto isso da rua observamos a grelha e começamos a ver o que é que vamos pedir "que bom aspecto tem a posta de vitela à Mirandesa...", "aquilo é que são os grenadinos...", e na conversa nos entretemos até que somos chamados.
A sala é enorme e está toda ela cheia, cheia de pessoas e de vida – cruzam-se no ar as conversas, os pedidos e o típico tilintar da loiça...um restaurante português! Dirigimo-nos para a mesa, enquanto o velho casal bendisposto se despede dos já conhecidos empregados e liberta os dois últimos lugares que faltavam.
A malta escolhe, lulinhas grelhadas aqui, posta à Mirandesa acolá, também houve quem pedisse carne de porco à Alentejana,...eu pedi o do costume, os "Grenadinos à Moçambicana", a especialidade da casa, e mais 3 seguiram a sugestão. Pouco tempo depois chega o manjar: os bifinhos finíssimos com o bacon picante entralaçado temperados com muito alho e picante, acompanhados do arroz de cenoura e de batatas fritas em palito caseiras – como eu adoro batatinhas caseiras...Tudo delicioso como sempre!
Para a sobremesa já não fomos a tempo da famosa sericaia (das melhores que já comi), comemos a tradicional mousse de chocolate.
O Príncipe é escolha recorrente, pela simplicidade e qualidade da comida portuguesa e do atendimento. Tem ainda a vantagem do takeway, nesse campo os frangos de churrasco são uma maravilha.
Bom fim-de-semana!

Ideal para: jantares de grupo
Com: a malta
Comes & bebes: comida portuguesa, grelhados
Mood: convívio
Coordenadas: Bairro Alto
Budget: 10-15€

Príncipe do Calhariz
Calçada do Combro, n 28
1200-114 Lisboa
213420971
http://principedocalhariz.com/pt
facebook

horário: Domingo a Sexta das 12h às 15h (almoços) e das 19h às 22h30 ( jantares)

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Kiss the Cook

Hoje o Chef sou eu!

Para ir ao sítio de que vos falo hoje é preciso não só gosto e vontade de comer, como também motivação para cozinhar.
A hora combinada são as sete da tarde. Recebem-nos à porta, que se abre pesadamente com o peso que só o vidro antigo e a caixilharia de ferro têm, "É para a masterclass?". Fazemos que sim com a cabeça, largamos os habituais cumprimentos e aproximamo-nos das maciças mesas de madeira. Cumprimentamos os poucos compinchas que já se alojaram nas mesas. E ouvimos a segunda voz "Estejam à vontade. Entretanto querem beber algo?"...logo surgem dois copos de Defesa branco geladinhos sobre a mesa. Agora sim estamos prontos! O olhar percorre a sala, as janelas abrem toda a sua largura, enchendo-a do sol de fim de tarde, a decoração campestre contrasta com os elementos industriais da estrutura e com o modernismo das bancadas onde a magia irá acontecer.


Chegam mais uns compinchas, e já estamos quase todos...as 12 bancadas estarão ocupadas. Vestimos o avental, para entrar no papel, fazemos uma ronda de apresentações, entre as dentadas de petisco que serve de entrada...seja um queijo curado ou fue, e o obrigatório azeite herdade do esporão a ser mergulhado num fresquíssimo pão de Mafra...e assim saímos todos animados para as bancadas já num espírito de camaradagem pura!
A Chef está na bancada do meio apostos para as demonstrações que todos deveremos seguir coreograficamente. Instalamo-nos cada um na sua respectiva bancada e o respectivo copo instalado também – nada acompanha melhor o acto de cozinhar do que um copo de vinho, conversa e boas gargalhadas...Qual Jamie Oliver?! Todos os utensílios imaginários dispostos ordeiramente e os ingredientes reservados em pequenas taças nas proporções devidas...3...2...1... Acção! Hoje vamos aprender a fazer hambúrgueres – para aqueles que perderam o entusiasmo ao ler a frase: não desistam!, porque no Kiss the Cook até o mais básico conceito é reinventado em texturas e sabores inesperados...Assim, primeiro tivemos o hambúrguer de cavala e lula com maionese de paprika e espargos em pão de cerveja, e para acompanhar palitos de batata doce no forno e beterraba assada. Foi um desafio! Principalmente o tirar a pele aos filetes de cavala, ainda assim todos se esforçaram, não fosse cada um manjar o seu próprio preparado! Assim foi com muito amor e carinho que vimos 24 filetes de cavala ficarem sem pele.
Terminada a execução, passamos à prova. Simplesmente Divinal! Um festim de sabores preenchem-nos os sentidos, e uma bela festa nos acaricia o ego...


Seguiu-se o Hambúrguer de borrego e hortelã com salada de agrião e laranja (e framboesas). E para finalizar, um shot de mousse de chocolate faz as vezes de sobremesa acompanhado de um saboroso Nespresso.
Foi a segunda masterclass a que fui e recomendo vivamente. Uma das participantes descreveu a masterclass como o seu momento de terapia, e tenho que concordar! O ambiente é fantástico, a comida é excepcional, aprendemos sempre algo de novo, e conhecemos pessoas de meios e idades diferentes com um gosto em comum. A equipa do Kiss the Cook conseguiu efectivamente criar um ambiente especial, descontraído e acolhedor que proporciona uma óptima fuga à rotina do dia-a-dia.

Para além das masterclasses que normalmente abordam uma técnica e incluem uma refeição, é possível também fazerem-se cursos de cozinha desde as bases aos mais avançados. Ainda há a possibilidade de organizar eventos privados ou team building para empresas.
Visitem a página do facebook para verem mais fotos dos diversos workshops e receberem a agenda.

Ideal para: fugir à rotina, jantar
Com: quem quiser
Comes & bebes: específico de cada workshop
Mood: mãos na massa, feeling inspired
Coordenadas: Lx Factory
Budget: 45€ p pessoa masterclass (80€ p 2 pessoas)


Kiss the Cook
Rua Rodrigues Faria, 103 - Lx Factory
1300-501 Lisboa
213636314
contacto@kissthecook.pt / reservas@kissthecook.pt
www.kissthecook.pt
Facebook

horário (loja): Terça a Sábado das 11h às 18h


terça-feira, 20 de agosto de 2013

Café da Garagem (Teatro Taborda)

Vista sobre a cidade em primeira fila!

Quando se desce a Costa do Castelo, o Teatro Taborda bem nos poderia passar despercebido, não fosse a discreta placa indicando o seu nome...Mais despercebido ainda passa o Café da Garagem, se não se conhecer previamente a sua existência!
Entro no teatro a medo e pergunto ao segurança pelo restaurante, que me indica as escadas. Logo nas escadas iniciamos a nossa viagem pelo mundo do teatro com as paredes preenchidas com fotografias de actores, actrizes e peças de teatro...continuando na espiral que nos leva ao fundo do edifício, chegamos à tão ansiada vista de Lisboa e aos seus dois passarinhos-guarda!
Foi das mais belas surpresas que tive ao entrar num restaurante, primeiro pela ausência de uma imagem mental do espaço (a surpresa absoluta), depois a visão de Lisboa exibida ao pôr-do-sol, o espaço único mantendo a bela caixilharia de ferro branca que enquadra a bela vista, a sua iluminação envergonhada privilegiando a luz da cidade bem como os espelhos que desmultiplicam o seu reflexo, e o por fim o sossego de um segredo desvendado, a ausência de multidões, apenas outros que, como nós, descobriram o tesouro ou os frequentadores e próprios actores do teatro. Uma sensação de felicidade invadiu-me...


Ficámos na segunda fila, sentados à volta de uma porta. Optámos pelo interior pela mística do espaço, para os mais calorentos ou calorosos, havia também a possibilidade de ficar no terraço com vista não menos esplêndida.
Por cima de nós está um cordão de candeeiros fugidos das mais diversas mesinhas de cabeceira, agora alinhados numa nova irmandade com a missão de iluminar a cidade. Mais pormenores há espalhados relembrando-nos que estamos no teatro, são eles cabeleiras, sapatos, vestidos, brinquedos e mais sapatos...frases! E os passarinhos-guarda completam que o quadro digno de outra dimensão.


Do menu constam opções de comidas ligeiras – que mais desejar no Verão?!, escolhemos a tábua de queijos e enchidos, não querendo desprezar nenhuma destas iguarias tão Portuguesas...havia também saladas e tostas, que me fizeram hesitar de água na boca...Mas a tábua ganhou, com a bela característica da partilha do prato que tanto alimenta as conversas à mesa.
Para além dos diversos enchidos – dos quais tenho de destacar a maravilhosa chouriça assada, para acompanhar os queijos da ilha, brie, fresco entre outros, tínhamos o doce de abóbora e nozes. Pormenor fantástico que trouxe novos sabores e texturas à típica tábua.
Regámos tudo a Planalto gelado, pois o calor dessa noite não permitiu vinhos de cores mais escuras. A combinação caiu que nem uma ginja!


Fiquei fã tanto pelo espaço como pela óptima comida e ambiente. Certamente para voltar, e dessa vez para acompanhar também com uma peça de teatro...
Aproveitem e guardem o segredo bem guardadinho!

Ideal para: petisco ao pôr-do-sol
Com: quem quiser
Comes & bebes: tábuas de queijos e/ou enchidos, tostas e saladas
Mood: escapada cultural, vista sobre a cidade, esplanada
Coordenadas: Castelo
Budget: 15€ (tábua deu para 3)


Café da Garagem (Teatro Taborda)
Costa do Castelo, nº 75
1100 Lisboa
218854190
facebook

horário: das 15h00 (excepto Segundas abre às 18h) à 00h. Sextas e Sábados prolonga-se até às 02h00

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Cantina das Freiras

Um Santo almoço!

Poderia começar com a bela expressão "um jardim à beira mar plantado", mas neste caso o mais apropriado será um terraço à beira rio plantado. Assim é a Cantina das Freiras um dos mais bem guardados segredos do Chiado.
Chegamos à Travessa do Ferragial, procuramos o número 1 – desconfio que seja o único número desta pequena rua, e subimos um vão de escadas, outro se seguiu, e outro ainda,...quando o fôlego começa a faltar, ouve-se o tilintar de talheres e vozes abafadas. Chegámos! Olhamos para o menu, e hoje não há sardinhas porque não é Quarta-feira. Vamos para a fila e avaliamos o aspecto das três opções de hoje. "Para os croquetes têm de esperar um bocadinho que estão a fritar", assim fizemos. Servidos os croquetes com arroz de cenoura e salada, eu acrescento-lhe um gaspacho, e a minha gémea de nome escolhe a gelatina. Temos assim os menus completos, pegamos no tabuleiro (não fosse estarmos nós numa cantina) e dirigimo-nos à principal atracção: o terraço!


Definitivamente vale a pena esperar por um lugar ao sol! Quando encontrámos o nosso começaram as fotos em redor. De um lado vemos a ponte e o Cristo Príncipe (que o Rei está no Brasil), os incansáveis cacilheiros dão movimento à paisagem digna de um postal. Por entre telhados, casas e casinhas, encontramos também casonas...quais jardins privados à beira rio plantados, jardins tais que permitem pequenas fontes, árvores e imensos arbustos e trepadeiras em flor que trazem o verde à cidade. Brincamos ao "se me saísse o euromilhões..." e escolhemos qual a casa que compraríamos, desfrutamos dos minutos de sonho que este jogo nos proporciona e que justificam por si só o investimento semanal.
A fome aperta, é hora de nos dedicarmos à arte do garfo! O gaspacho estava óptimo e os adicionais croutons, pimentos e cebolas picados, que o simpático rapaz da caixa sugeriu, deram-lhe uma textura especial. Os croquetes caseiríssimos, bem como o arroz de cenoura, concorrência ao nível dos cozinhados da minha avó, e todos nós sabemos que não há melhor cozinheira do que a avó.


Já noutras visitas experimentei os rissóis de peixe, que também são de não deixar escapar. O rapaz italiano ao nosso lado escolheu o bacalhau dourado que deliciosamente dourado parecia.
Esta Cantina está entre os meus sítios favoritos, pelo atendimento honestamente simpático, pela simplicidade do espaço, pela óptima comida caseira, e obviamente, pelo esplendoroso terraço um autêntico retiro em plena urbe!
Infelizmente, apenas está aberta de Segunda a Sexta à hora de almoço o que exige uma escapadinha rápida até à baixa em pleno dia de trabalho...o que torna a experiência ainda mais recompensante.
Podem ver mais fotos no blog da outra Joana.

Ideal para: escapada de almoço
Com: só ou acompanhado
Comes & bebes: comida portuguesa, caseira
Mood: esplanada, terraço, fotossíntese, vista para o Rio
Coordenadas: Chiado (perto do Tágide, Story Tailors)
Budget: 7,5€


Cantina das Freiras
Travessa do Ferragial nº 1
1200-184 Lisboa
213 240 910

horário: de Segunda a Sexta das 11h30 às 15h00

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Estrela da Bica

Disseram-me um dia que tinha aberto um restaurante na Bica que tinha como menu 3 pratos apenas: um de carne, um de peixe e um vegetariano. Que era muito bom e barato, que dava para ir lá jantar quase todos os dias...

Ao fundo da rua da Bica, numa porta que à primeira vista indicaria uma garagem, encontra-se um dos meus restaurantes mais amados, o Estrela da Bica.
Aqui a comida é caseira e o ambiente caseiro é. Uma coleção de cadeiras e mesas de diversas nações convidam-nos a sentar à luz da chávena de café para desfrutarmos de um puro festival de sabores...Mas antes disso o olhar divaga pelo espaço prendendo-se nos diversos detalhes que o compõem, viajamos pelo mapa de cortiça, depois pelos mapas retalhados com percursos de aviões traçados, segue-se o mapa majestoso de outras gerações, as fotos de pessoas dessas gerações, garrafas, flores, balanças, luzinhas... E aterramos finalmente o olhar no quadro onde se lêem as entradas do dia, seguindo-se os quadros da tiborna e do dim sum do dia e para terminar o principal quadro com os manjares principais também eles.


Relativamente ao número de pratos tinha razão a minha amiga vizinha, não são muitos, uns dias 2, outros 3 e já chegaram mesmo a haver 5! Vegetarianos não se assustem, que o prato veggy é entrada obrigatória neste quadro.
Há também a opção de tapear, entre as entradas do dia e um conjunto de entradas e petiscos fixos do menu.

Normalmente, vou para o tradicional manjar completo, começando por um entrada partilhada. Os dim sum de camarão são divinais com o toque invulgar de especiarias e gengibre, o húmus vem acompanhado de palitos torrados e fantástico é, também já experimentei os mexilhões Thai, o queijo de cabra panado com sementes acompanhado de mousse de pimentos e folhas de rúcula...não tenho uma entrada favorita, todas elas muito bem confeccionadas e com combinações de sabores extraordinárias.
Segue-se o prato principal. Cachaço de porco com puré de batata doce, trouxa de bacalhau, hamburgueres de grão, brick de alheira e grelos, rolinhos de frango recheados,...foram alguns dos pratos que já comi por aqui entre tantos outros de que já perdi a conta. Na última visita optei pelos cogumelos portobelo com pesto de tomate seco acompanhados de arroz (que se não me falha a memória seria de frutos secos) e legumes salteados – gosto tanto de pratos em que os vegetais não são esquecidos e são cuidadosamente cozinhados e integrados com os restantes companheiros de prato!


A sobremesa é sempre um ponto alto da refeição, com a sua capacidade de nos elevar ao divino...Este é um dos sítios que nos proporciona tal ascensão! Recordo-me de ter assistido a um dos nossos compinchas amantes do bom prato, ausentar-se para uma outra dimensão só dele e da sua mousse dupla – não fiquem os caros leitores preocupados, pois aquando da última colherada ele regressou à conversa e vida dos comuns mortais. Aconselho definitivamente o Crumble de pêra com pepitas de chocolate (e todos os outros crumbles), o vaso de morangos e o bolo de chocolate com frutos vermelhos e nata que podem ver na foto...Apenas digo hummm...

Curiosos? Podem sempre ver mais algumas fotos no blog de uma amiga e companheira de garfo. Ainda assim nada como experimentar.

A reserva é obrigatória, havendo dois turnos possíveis o das 8h e o das 10h.


Ideal para: todos os dias
Com: quem quiser
Comes & bebes: comida do mundo reinventada e vegetariano
Mood: loud and social
Coordenadas: Bica
Budget: 15€


Estrela da Bica
Travessa do Cabral 33
1200-075 Lisboa
213 473 310

horário: Segunda a Domingo das 16h30 às 23h00

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Simplesmente Pizza Bar

Hoje trago-vos um clássico, um dos primeiros sítios de que me tornei fã e cliente regular desde que cá cheguei. 

Para mim, quando se fala em pizza há dois sítios obrigatórios em Lisboa: O Simplesmente e o Casanova (que ficará para um post futuro certamente). O primeiro quando apetece um conceito inovador de pizza e o segundo quando nos apetece voltar ao conforto dos sabores eternamente tradicionais.

O Simplesmente encontra-se plantado por entre ruas e ruelas do nosso tão típico Bairro Alto, sendo portanto o primeiro desafio encontrá-lo. Conselho de alguém que ja experienciou andar perdida até à exaustão em busca deste restaurante: levem a morada convosco!
Encontrada! A pequena e acolhedora pizzaria, de paredes laranja com variadas imagens a preto&branco ilustrando o país de origem do que aqui nos trás: as pizzas. Convém reservar, e se possível pedir para ficar na mesa à janela, onde podemos observar a vida do bairro passar; para além de nos candidatarmos a um fino de graça caso nos tenhamos de levantar para troca do barril – os barris são a base dos bancos nesta mesa.

Aqui o conceito é partilhar, não há fatias, nem talheres, nem "a minha pizza" – até porque a dimensão da mesa não permite várias pizzas em simultâneo. As pizzas chegam por ordem aleatória partidas em pequenos quadrados, sendo a ferramenta a utilizar os palitos que se distribuem pela sua superfície. Estimulando o convívio constante durante o jantar proporcionado pela partilha de um mesmo prato e pelo espectáculo de malabarismo que consiste tentar segurar os pequenos pedaços fugidios.


As pizzas são de massa finíssima de pontas estaladiças, especialidade do pizzaolo paquistanês. Os ingredientes são os mais diversos, não respeitando a regra italiana do máximo de 3 ingredientes. Alguns deles cozinhados antes de serem colocados na pizza, como é o caso da pizza Beringela em que a beringela é fatiada em finas rodelas que são fritas antes de irem ao forno, ou da pizza de chouriço com pimentos assados...hummm

Nestes últimos três anos já tive a oportunidade de percorrer quase todo o menu, de onde destaco:
Suprema - bacon & espargos
Farinheira - farinheira & frango
Bróculos - bróculos e catupiri - uma das favoritas até para os menos crentes
Firenze - principal ingrediente o alho francês
Eleganza - ricotta, tomate fresco, cebola, hortelã

...todas as pizzas são boas! É daqueles sítios onde podemos arriscar com a confiança de não falhar ;)

Nesta última visita eu e o meu comparsa pedimos um pão de alho com catupiri e uma pizza meia-meia de Firenze e Eleganza com uma salada mista. A acompanhar um belo fino, dos melhores que já vi tirar em Lisboa!... Experiência Simplesmente divinal, como sempre!

A Mónica e o Castelo estão de parabéns pela casa que criaram com óptimo ambiente e certamente com umas das melhores pizzas da cidade. Casa esta que celebrou este fim-de-semana 3 aninhos de existência. Simplesmente Parabéns!


Ideal para: everyday
Com: a dois ou em grupo (até 20 pessoas, mais o espaço não permite)
Comes & bebes: pizza
Mood: every mood from relax to party
Coordenadas: Bairro Alto
Budget: 10€ por pessoa (pizza partilhada)


Simplesmente Pizza Bar
Rua da Atalaia nº 108 
Bairro Alto, Lisboa
Simplesmentepizzabar@hotmail.com

horário: Seg-Ter 19h00 às 00h00 / Qui-Dom 19h00 às 02h00


sábado, 27 de julho de 2013

O Talho

Depois de uma semana por terras germânicas, nada como o conforto de uma refeição nacional, com os nossos melhores ingredientes combinados de forma surpreendente e inesperada.

Assim iniciei a minha viagem pela carne n'O Talho.

À entrada recebem-nos os néons vermelhos que escondem um restaurante. Mesmo sem reserva facilmente conseguimos mesa para dois...Aguardámos no talho ao lado de linguiças, hamburgueres, bifes, costeletas e rolos recheados de beringela assada (que fiquei com curiosidade de experimentar). Para os mais preguiçosos ou mais ocupados, além da carne (não fosse estarmos num talho) podem levar também os ingredientes já preparados: do esparregado, às batatas assadas e às obrigatórias batatas pala-pala fritas em azeite. Também encontramos o material necessário para nos tornarmos num autêntico Rei do Churrasco: é o molho de churrasco, é o picante especial da Tunísia, e o kit de carnes propriamente dito...Um sonho para o petisqueiro gourmet. 


A mesa está pronta, podemos avançar para a sala de jantar. A sala é confortável e, apesar do aspecto sofisticado do espaço, o ambiente é descontraído. Tal como gosto! A decoração é composta de um sem-número de peças alinhadas até à infinidade...atrás de mim está uma parede de garrafas de vidro de todas as formas e feitios, constituindo a principal fonte de luz do espaço, ainda há a parede de trituradores de carne, de caixas de vinho, e a própria garrafeira que perfaz a parede-garrafeira.

Começamos pelo cesto de pão, já ele surpreendente nos diversos sabores e texturas que contém – eu roubei os micro pães de queijo todos. Acompanha manteiga caseira e um leve e saboroso paté que nem restou para contar.

Aproxima-se agora o tabuleiro com os Srs Salgadinhos todos alinhados: os croquetes de cozido, os pastéis  de massa tenra,... dos restantes não me recordo pois apenas provei estes. Mornos de recheio suculento, simplesmente deliciosos.

Para o prato principal - não, não escolhi a viagem na carne - optei por uma das 5 opções de pratos principais. O Pato: chamuças de pato acompanhadas com risotto de chouriço e legumes. Já o meu comparsa ficou-se pelo Pho: rosbife oriental acompanhado pelos mais diversos ingredientes dos quais me recordo dos noodles de arroz. Tudo regado a Papa Figos.
Uma mistura de sabores surpreendente, daquelas que nos enchem os sentidos e nos elevam momentaneamente ao Éden. Esta é a beleza dos pequenos prazeres do dia-a-dia...


Para uma próxima visita testarei a secção do menu de Bifes - o do lado tão bom aspecto tinha....sobre a lousã ladeado por um monte desajeitado de batatas caseirissimas e salada. Ou, se houver coragem e barriga para tal, embarcarei pela Viagem na Carne composta por uma degustação de 5 pratos.

Para finalizar foi complicada a escolha entre o Crumble de Banana, o Crème Brulée e o Macaron de Caril...Ajudou-nos o simpático Sr que nos estava a atender, cuja sobremesa preferida era a primeira. E assim veio um pudim de banana, acompanhado por gelado, caramelo e granulado de amendoim. Fantástico!

Certamente para voltar! Ainda ficaram muitos sabores por explorar...

Ideal para: dia especial
Com: a dois ou em grupos pequenos
Comes & bebes: CARNE — do desejo insaciável de bife ao requinte de uma inovadora mistura de sabores
Mood: intimista, feeling special
Coordenadas: São Sebastião da Pedreira (em frente ao El Corte Inglés)
Budget: 30€ por pessoa (com salgadinhos de entrada, sobremesa partilhadas garrafa de vinho)


O Talho
Rua Carlos Testa 1
1050-406 Lisboa
213 154 105
http://otalho.pt/
otalho@otalho.pt

horário: Segunda a Sábado das 10h30 às 00h00



sexta-feira, 12 de julho de 2013

Café Tati

Já sabe a fim-de-semana...aproximam-se os dois dias mais ansiados da semana! Dias de liberdade, descontração e leveza pura! Um dos sítios que já faz parte da minha rotina Domingueira é o Café Tati por espelhar na perfeição os meus sentimentos de fim-de-semana.

Ao dobrar a esquina, em frente ao mercado da Ribeira, encontra-se o discreto Cafe Tati. Típico rés-do-chão de arcos de pedra, paredes grossas e janelas com caixilharia de ferro, rasgadas de alto a baixo.
A decoração é descontraída...peças outrora abandonadas que agora compõem a harmonia de uma confortável sala de estar/jantar...cadeiras desaparceiradas cada uma ao seu estilo...fotos antigas de outras vidas já passadas, espalham-se pelas paredes em molduras e moldurinhas...loiceiros da minha avó e da tua também....tigelas de esmalte que aqui são candeeiros...bules de chá e galheteiros que são jarras de flores...e sempre com flores frescas a dar vida a cada mesa, não fossemos nós estar às portas do mercado da Ribeira. 
A atmosfera é convidativa a uma estadia mais prolongada.


Normalmente, chamam por mim as quiches. Mas não sem antes pedir uma entrada, seja ela sopa, gaspacho, queque de tomate seco ou rissol de leitão...arrisco sempre com a confiança de saber que tudo aqui é bom. Para matar as sedes, da caminhada que aqui me traz ou do ar dos dias mais quentes, peço um jarro de limonada. Entrada e bebida, passamos à tão esperada quiche. Chega ela, baixinha, morna e saborosa — das mais saborosas que já comi. Não fiquem intimidados com os "poucos" ingredientes que lhe dão nome como "quiche de cebola", são sempre os suficientes! E a quiche não vem só, está sempre acompanhada de uma salada bem temperada.


Para os que não vejam assim as fomes do corpo e da alma satifeitas, chega um novo ponto alto da refeição: a tarte tartin de banana ou de maçã. Óptima, não há adjectivos para a descrever, adianto apenas que vem acompanhada de uma generosa bola de gelado de baunilha contrastando o sabor quente, doce e caramelizado da tarte.

Resumir o Café Tati apenas a uma refeição chega a tocar o despeitoso! São variadas as características que me fazem fã deste café:
- curto e descontraído menu — ainda assim completo desde a tosta ao prato completo, desde o brunch ao lunch, lanche e janta!— onde tudo é óptimo e servido às mais diversas horas...perfeito para a minha rotina anárquica de fim-de-semana!
- sem necessidade de reservas (talvez pelo tardar da minha hora) que me desconcertam o fim-de-semana e roubam a liberdade de não-organização temporal
- as actividades culturais diversas — sim porque já tropecei numa exposição de pintura da Universidade Sénior, onde os alunos expunham os seus esmerados trabalhos e celebravam o final de um ano de sucessos e muita diversão
- e por último os Concertos à borliù!!! Com que me deparei ontem à noite e que me mostrou uma nova faceta do meu querido Café, que agora certamente irá entrar na minha rota nocturna também!


Ideal para: dia e noite, faça frio ou faça sol
Com: só ou acompanhado (como se estivesses em casa)
Comes & bebes: comida leve, quiche e tarte tartin
Mood: weekend ou party
Coordenadas: Cais do Sodré (em frente ao Mercado da Ribeira)


Café Tati
Rua da Ribeira Nova 36
1200-479 Lisboa
213 461 279
http://cafetati.blogspot.pt
cafetatilisboa@gmail.com

horário: Terça a Domingo (11:00 à 01:00)